FORMAS DE PREVENÇÃO *_*
segunda-feira, 12 de julho de 2010
O que você precisa saber sobre doenças sexualmente transmissíveis?
Aqui estão algumas coisas que você precisa saber sobre doenças sexualmente transmissíveis:
Doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres de todas as idades, etnias e classes sociais. Adolescentes e adultos jovens têm doenças sexualmente transmissíveis mais freqüentemente do que outra faixa etária. Isso porque eles têm relações sexuais mais freqüentes e com mais parceiros.
A quantidade de pessoas contraindo doenças sexualmente transmissíveis está aumentando.
Você pode estar com um doença sexualmente transmissível, não apresentar sintomas, e assim mesmo a passar para outra pessoa. Por isso os testes são tão importantes. Converse com seu médico sobre a realização de testes para doenças sexualmente transmissíveis, especialmente se você tem mais de um parceiro sexual. Lembre-se que você não precisa apresentar sintomas para fazer os testes.
Doenças sexualmente transmissíveis podem causar problemas sérios de saúde para toda a vida, os quais tendem a ser mais severos em mulheres do que em homens.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis estão relacionadas a alguns tipos de câncer.
A mãe pode passar uma doença sexualmente transmissível para seu bebê antes, durante e logo após o parto. Algumas dessas doenças sexualmente transmissíveis pode ser facilmente curáveis, porém outras podem causar danos ao recém-nascido e ocasionar problemas para a vida toda ou até a morte.
Doenças sexualmente transmissíveis são tratadas com mais sucesso quando diagnosticadas cedo. Há testes e muitos tratamentos para doenças sexualmente transmissíveis. Quando você tiver uma doença sexualmente transmissível é melhor procurar tratamento imediatamente. É importante saber que mesmo que o tratamento curar a doença sexualmente transmissível você pode tê-la novamente.
Doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres de todas as idades, etnias e classes sociais. Adolescentes e adultos jovens têm doenças sexualmente transmissíveis mais freqüentemente do que outra faixa etária. Isso porque eles têm relações sexuais mais freqüentes e com mais parceiros.
A quantidade de pessoas contraindo doenças sexualmente transmissíveis está aumentando.
Você pode estar com um doença sexualmente transmissível, não apresentar sintomas, e assim mesmo a passar para outra pessoa. Por isso os testes são tão importantes. Converse com seu médico sobre a realização de testes para doenças sexualmente transmissíveis, especialmente se você tem mais de um parceiro sexual. Lembre-se que você não precisa apresentar sintomas para fazer os testes.
Doenças sexualmente transmissíveis podem causar problemas sérios de saúde para toda a vida, os quais tendem a ser mais severos em mulheres do que em homens.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis estão relacionadas a alguns tipos de câncer.
A mãe pode passar uma doença sexualmente transmissível para seu bebê antes, durante e logo após o parto. Algumas dessas doenças sexualmente transmissíveis pode ser facilmente curáveis, porém outras podem causar danos ao recém-nascido e ocasionar problemas para a vida toda ou até a morte.
Doenças sexualmente transmissíveis são tratadas com mais sucesso quando diagnosticadas cedo. Há testes e muitos tratamentos para doenças sexualmente transmissíveis. Quando você tiver uma doença sexualmente transmissível é melhor procurar tratamento imediatamente. É importante saber que mesmo que o tratamento curar a doença sexualmente transmissível você pode tê-la novamente.
O que são doenças sexualmente transmissíveis (DST)?
Doenças sexualmente transmissíveis (DST), antigamente chamadas de doenças venéreas, são aquelas que você adquire ao ter contato sexual (vaginal, oral ou anal) com alguém que já tenha DST. Causadas por várias bactérias e vírus, mais de 20 doenças sexualmente transmissíveis afetam homens e mulheres. Ainda que algumas doenças sexualmente transmissíveis tenham cura, outras acompanham a pessoa por toda a vida (não têm cura). Doenças sexualmente transmissíveis podem afetar a saúde física, emocional e a qualidade de vida da pessoa. Especialistas acreditam que ter uma doença sexualmente transmissível eleva as chances da pessoa ser infectada com o HIV, o vírus que causa AIDS.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
PREVINA-SE DO HIV
Meios e formas de prevenção ao HIV
Embora a ciência tenha avançado muito no tratamento da AIDS e nas pesquisas para encontrar uma vacina anti-HIV, ainda não existe cura para a doença.
Portanto, a informação continua sendo a arma mais potente que temos na prevenção à epidemia.
O sexo é o principal meio de disseminação do HIV entre as pessoas em idade produtiva e reprodutiva, e a principal recomendação para a prevenção do HIV nas relações sexuais é a utlização do preservativo.
Preservativos
As seguintes recomendações devem ser observadas no uso da camisinha:
- evite deixá-la em exposta ao sol, friccioná-la, dobrá-la, guardá-la durante muito tempo em carteiras ou bolsos.
- Não rasgue o envelope com os dentes na hora de usar.
- Caso queira adicionar mais lubrificante ao preservativo, escolha aqueles à base de água ou use glicerina esterilizada. Vaselina e outros lubrificantes à base de óleo, bem como a própria saliva, corroem o material, levando o preservativo a rasgar.
- A camisinha masculina tem avesso e direito, certifique-se de estar usando o lado correto, que permite desenrolar mais facilmente.
Saiba como usar a camisinha masculina:- Não rasgue o envelope com os dentes na hora de usar.
- Caso queira adicionar mais lubrificante ao preservativo, escolha aqueles à base de água ou use glicerina esterilizada. Vaselina e outros lubrificantes à base de óleo, bem como a própria saliva, corroem o material, levando o preservativo a rasgar.
- A camisinha masculina tem avesso e direito, certifique-se de estar usando o lado correto, que permite desenrolar mais facilmente.
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1 - aperte o bico para sair o ar. | 2 - Com o pênis ereto, desenrole a camisinha até embaixo. |
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3 - Só use lubrificante à base de água. | 4 - Retire com o pênis ainda ereto, dê um nó e jogue no lixo. |
Saiba como usar a camisinha feminina:
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1 - Para colocar a camisinha, encontre uma posição confortável. Pode ser com o pé em cima de uma cadeira; sentada com os joelhos afastados; agachada ou deitada. | 2 - Abra a embalagem, segure a argola interna conforme a figura. |
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3 - Aperte a argola interna e a introduza na vagina, com o dedo indicador | 4 - Empurre-a com o dedo até sentir o colo do útero. |
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5 - A camisinha feminina deve cobriro colo do útero e recobrir a vagina. A argola externa fica para fora da vagina e isso aumenta a proteção. Nunca use a camisinha feminina junto com a masculina | 6 - Terminada a relação, retire a camisinha dando uma "torcida" na argola externa, para que o esperma não escorra, puxando-a com cuidado e jogando-a na lixeira. |
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Gravidez na Adolescencia

Adolescente grávida
A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.
Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.
O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.
A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos. Alterações na gestação envolvem diferentes alterações no organismo da jovem grávida e sintomas como depressão e humor podem piorar ou melhorar.
Sexo Seguro
Transe Com Segurança
Há um ditado que diz: "sexo é bom, mesmo quando é ruim". Mas o sexo, além de bom ou ruim, pode ser perigoso para a saúde física e emocional das pessoas. Hoje em dia, uma das maiores preocupações relacionadas ao sexo é possibilidade de disseminação de uma doença gravíssima: a Aids. Ao contrário das gerações anteriores, que se preocupavam mais em não ter filhos na hora errada por causa da transa, hoje, a preocupação maior é com a preservação da saúde - e da vida. Até os anos 80, contrair uma doença sexualmente transmissível não era motivo de grande preocupação, pois já havia cura para todas as doenças conhecidas.
Foi com o surgimento da epidemia de Aids que o medo voltou à tona, e a camisinha se apresentou como uma espécie de "salva-vidas" para as pessoas com vida sexual ativa.
Hoje, o que se chama de sexo seguroé aquele praticado com o uso de preservativos (masculinos ou femininos), que têm uma diferença fundamental em relação aos outros métodos anti-concepcionais que, antes da Aids, ofereciam segurança: além de evitarem a gravidez, os preservativos são o único meio do qual dispomos para prevenir doenças - uma delas, ainda mortal.
Há um ditado que diz: "sexo é bom, mesmo quando é ruim". Mas o sexo, além de bom ou ruim, pode ser perigoso para a saúde física e emocional das pessoas. Hoje em dia, uma das maiores preocupações relacionadas ao sexo é possibilidade de disseminação de uma doença gravíssima: a Aids. Ao contrário das gerações anteriores, que se preocupavam mais em não ter filhos na hora errada por causa da transa, hoje, a preocupação maior é com a preservação da saúde - e da vida. Até os anos 80, contrair uma doença sexualmente transmissível não era motivo de grande preocupação, pois já havia cura para todas as doenças conhecidas.
Foi com o surgimento da epidemia de Aids que o medo voltou à tona, e a camisinha se apresentou como uma espécie de "salva-vidas" para as pessoas com vida sexual ativa.
Hoje, o que se chama de sexo seguroé aquele praticado com o uso de preservativos (masculinos ou femininos), que têm uma diferença fundamental em relação aos outros métodos anti-concepcionais que, antes da Aids, ofereciam segurança: além de evitarem a gravidez, os preservativos são o único meio do qual dispomos para prevenir doenças - uma delas, ainda mortal.
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